Afinal, quem “EU SOU” quando torno independente?
- Psicóloga Juliana Borges

- 7 de mar. de 2025
- 10 min de leitura

A vida moderna exige cada vez mais de forma intensa e implacável. Desde o momento
em que somos concebidos, ou até antes, somos atravessados por uma imensidade de
estímulos que, ao invés de promoverem um desenvolvimento saudável, frequentemente resultam em um crescimento cronológico precoce e forçado. Embora tenhamos uma tendência natural ao amadurecimento, como observou Donald Winnicott, isso não significa que esse progresso esteja alinhado com um desenvolvimento maduro e, mais importante, verdadeiro. O fardo das expectativas, somado a uma lista interminável de tarefas e deveres, muitas vezes impede que o processo de amadurecimento se dê de forma orgânica e integrada.
Em sua teoria, Winnicott alega que esse amadurecimento tem início em algum momento após a concepção e se estende ao longo da vida do indivíduo, sendo que a última experiência a ser integrada é a morte. Integração é um termo importante da teoria winnicottiana e, nesse sentido, toda experiência deverá ser integrada à personalidade, desde que as experiências sejam vivenciadas a partir de um si-mesmo. Todavia, para que mais adiante haja um si-mesmo, são necessárias algumas conquistas maturacionais. Essas primeiras conquistas dependem da adaptação absoluta da pessoa responsável por cuidar e atender (mãe), às necessidades do seu bebê.
Winnicott denomina esse período como preocupação materna primária, no qual é um
estado psicológico temporário e altamente sensível que se experimenta nas primeiras
semanas ou meses após o nascimento do bebê. Nesse estado, a mãe se torna
intensamente focada nas necessidades do bebê, desenvolvendo uma capacidade de
sintonizar-se profundamente com ele, de forma quase intuitiva. É nessa fase, que a mãe
entra em um estado de identificação profunda com o bebê, sendo capaz de perceber e
responder rapidamente às suas necessidades, muitas vezes antes mesmo que ele as
manifeste. Embora seja um estado temporário, ele desempenha um papel vital no
desenvolvimento inicial da criança, preparando-a para se relacionar de maneira saudável com o mundo e com os outros à medida que cresce. Esse ambiente que exerce a maternagem de forma imperceptível para o bebê é denominado por Winnicott como mãe suficientemente boa. Um(a) cuidador(a) primordial humano, real, não perfeito, mas suficientemente bom, identificado com o bebê, consegue se adaptar às necessidades dele e oferece cuidados adequados quando as necessidades surgem, respeitando os seus gestos espontâneos.
Mantendo essa linha, nos primeiros meses da vida do bebê, a “mãe suficientemente
boa” tem três funções, assim sintetizadas por Winnicott (1974): holding (sustentação),
handling (manejo) e a apresentação dos objetos. Um holding adequado que possibilite
ao bebê a temporalização e espacialização, paralelamente a um handling adaptado
absolutamente às necessidades dele, e tornando-os uma unidade. Estes movimentos de
amamentar, trocá-lo, limpá-lo, num manejo adequado e devotado, possibilitam que vá
ocorrendo gradativamente o alojamento da psique no corpo. Esse processo é facilitado
pela comunicação não verbal, como o toque, o olhar e as expressões faciais, que ajudam a criar um ambiente de segurança e confiança. Segundo o autor, é nesse período que a identificação cruzada poderá começar a ser experienciada.
A identificação cruzada é a capacidade de se colocar no lugar do outro, sentindo o que o
outro sente, ou seja, a base da empatia. É na identificação com o seu bebê que a mãe se
empatiza e, portanto, se comunica, através do cuidado, do manejo, da comunicação não
verbal, e ele, responde ao gesto de quem se dispõe, se dedica, se conecta com a
sensibilidade em cuidar.
Podemos perceber quando um bebê de 3 meses está mamando na mamadeira ou no seio e coloca o dedo na boca da mãe, olhando para ela. No texto a amamentação como forma de comunicação, Winnicott vai dizer que é um gesto de mutualidade. Aqui, o bebê sente que está recebendo algo, um movimento de vai e vem: “eu recebo, portanto, vou dar de volta”. Mais adiante, nesta relação mútua, a percepção fica mais sofisticada: “eu sou cuidado, vou cuidar”, é o gesto percebido e devolvido. Para isso, é necessária a empatia, o bebê se compadece com quem o cuida. O bebê é amado e ele responde amando. O amor, é um exemplo, é uma mutualidade e inicialmente a vivência é experienciada com a pessoa que ocupa a maternagem.
Seguindo essa linha de raciocínio, entendemos que a constituição de um indivíduo
saudável ocorre ao longo de todo do cuidado oferecido nesse percurso mencionado até
aqui. Posteriormente, e de forma gradual, o cuidador pode começar a falhar
moderadamente e a se afastar, permitindo que o indivíduo perceba o mundo externo (o
"não-eu") e seja apresentado a ele em pequenas doses. E essa desilusão, que se traduz em falhas ambientais paulatinas, vai possibilitar o início das funções intelectuais. O bebê aqui já percebe certos padrões ambientais e desenvolve esquemas mentais do tipo: “se isso ocorre, logo vem aquilo” (consequências).
Com o tempo, a criança passa a perceber o amor e ódio sentidos pelo mesmo objeto e
pelo mundo que existe fora dela, bem como a realidade de que possui impulsos
amorosos e destrutivos direcionados à mãe ou objetos externos objetivamente
percebidos. Somente uma provisão ambiental adequada é capaz de possibilitar essa
relação, pois, para Winnicott (1945), o concernimento é avaliado como uma experiência
que exige um desenvolvimento emocional de modo que o bebê consiga relacionar e
integrar a mãe-ambiente e a mãe-objeto em sua mente. Por isso, se tudo vai bem, nessa
perspectiva, o bebê desenvolve de forma crescente esse tipo de atitude com os outros.
Começando com os integrantes familiares mais próximos e, em conseguinte, com a
sociedade. É um processo que ele vai experimentando, aprendendo e poderá tender a se relacionar com a realidade de forma integrada, reconhecendo os objetos externos do
mundo real de forma criativa.
A verdade é que crescer nunca foi uma tarefa simples, mas o que observamos com
frequência na clínica é a crescente dificuldade que muitos enfrentam ao lidar com a
realidade e assumir as responsabilidades inerentes à vida adulta. Essa transição,
marcada pela necessidade de "fazer e acontecer, antes de ser e sentir", leva muitos jovens a um estado de alienação, onde as idealizações construídas ao longo da infância e adolescência entram em colapso diante das exigências da vida adulta. Quando essas idealizações não se concretizam, o que resta é um vazio profundo, acompanhado de dúvidas, inseguranças e uma sensação de fragmentação.
Um dos maiores desafios enfrentados pelos jovens em transição para a vida adulta é a
dificuldade de se encontrar verdadeiramente em meio às pressões externas e às
expectativas sociais. Winnicott enfatiza a importância do desenvolvimento de um self
verdadeiro que se forma através de experiências autênticas e espontâneas, em um
ambiente suficientemente bom. No entanto, muitos jovens são direcionados a se
conformar com uma irrealidade, moldada pelas demandas externas de desempenho
acadêmico, profissional e social, que frequentemente não refletem suas verdadeiras
necessidades e desejos. Essa conformidade pode levar à construção de um falso, onde o indivíduo negligencia suas próprias necessidades em favor das expectativas alheias.
Como consequência, surge uma sensação de vazio e uma falta de autenticidade,
dificultando a formação de uma identidade sólida, coerente e real. O desafio torna-se
então: como assimilar essas mudanças e se apropriar de si mesmo em meio a um cenário que não favorece o desenvolvimento dessas capacidades?
Sabemos que na teoria de Winnicott, o desenvolvimento saudável do self está
profundamente ligado à qualidade do ambiente em que o indivíduo cresce. Esse
ambiente oferece a base para que a criança possa enfrentar frustrações e desafios de
forma gradual, sem se sentir sobrecarregada ou ameaçada. No entanto, atualmente,
muitos jovens crescem em ambientes (ambiente no sentido amplo, como camadas:
responsáveis, família, sociedade, estado), que podem ser excessivamente controladores
ou negligentes, ambos extremos que dificultam o desenvolvimento de um self
verdadeiro. Em um ambiente controlador, as expectativas externas e as pressões para o
sucesso podem levar o jovem a se conformar com um self falso, adaptando-se às
demandas externas em detrimento de suas próprias necessidades e desejos. Já em um
ambiente negligente, a falta de suporte e orientação pode deixar o jovem perdido e
desamparado, sem referências sólidas para construir sua identidade.
Na sociedade atual, o imediatismo e a pressão por sucesso rápido interferem
diretamente nesse processo de amadurecimento. O valor atribuído à produtividade, ao
status e às conquistas materiais, como diplomas, empregos bem remunerados e bens de consumo, coloca os jovens em uma constante busca por aprovação externa. Eles
frequentemente se sentem compelidos a atender essas demandas sociais antes de
conseguirem estabelecer uma narrativa própria, refletida em suas vivências e no
desenvolvimento de uma identidade sólida. A adaptação a esses padrões cria um self
falso, onde o jovem realiza, superficialmente, as expectativas dos outros,
negligenciando suas próprias necessidades e desejos.
Bom, Guilherme, um jovem de 22 anos, “independe”, bonito, bem sucedido, é um
exemplo de como essa pressão pode dificultar o amadurecimento. Embora tenha
conquistado sucesso material e acadêmico, ele se sente vazio e sem sentido. Suas
experiências de vida, que incluem relacionamentos conturbados e um papel de cuidador precoce dentro da família, o fizeram amadurecer antes da hora, mas de forma
incompleta. Ele não desenvolveu uma identidade verdadeira, o que se reflete na
incapacidade de encontrar satisfação em suas conquistas. O sucesso profissional e
material, que a sociedade valoriza, não preenche sua necessidade de viver uma
experiência autêntica consigo mesmo e com o mundo ao seu redor.
Seus relacionamentos amorosos, marcados por dependências emocionais e
responsabilidades desiguais, mostram uma busca por atender as expectativas do outro,
sem que ele tenha espaço para explorar seus próprios sentimentos e limites. Ao cuidar
excessivamente das necessidades de suas parceiras e de sua irmã, Guilherme
negligencia seu próprio amadurecimento emocional. Isso reflete o self falso que ele
construiu, em que o papel de "cuidador" o define, mas não o satisfaz emocionalmente.
A comunicação superficial nas relações modernas, onde o imediatismo prevalece, torna
difícil para os jovens como Guilherme estabelecer conexões profundas. As relações são
marcadas por exigências e trocas rápidas, muitas vezes sem espaço para que os
indivíduos explorem suas verdadeiras emoções e desejos. Essa falta de profundidade
nas interações impede que os jovens desenvolvam um senso de pertencimento autêntico e uma narrativa própria que lhes permita enfrentar os desafios da vida adulta com autonomia.
Além disso, a ausência de uma narrativa de vida coerente faz com que muitos jovens se
sintam perdidos ao tentar encontrar sentido em suas conquistas e em sua própria
identidade. A pressão para alcançar o sucesso material rapidamente muitas vezes inibe a capacidade de os jovens refletirem sobre quem são, o que realmente desejam e como
querem viver suas vidas. Ao invés de amadurecerem emocionalmente, eles permanecem presos em uma busca incessante por validação externa, sem a construção de um verdadeiro self. Isso resulta em uma geração de adultos jovens que, embora tenha sucesso aparente, se sente incompleta e desconectada de suas próprias experiências e emoções.
A transição para a vida adulta é um processo complexo, que vai além de marcos
cronológicos ou sociais. Ser adulto não se resume a atingir uma certa idade ou a cumprir determinados rituais de passagem, como se formar na faculdade, começar um emprego ou constituir família. Esses eventos são, sem dúvida, importantes, mas a verdadeira essência de ser adulto está na capacidade de integrar essas experiências em um sentido de identidade e autonomia, mantendo-se fiel ao próprio self verdadeiro.
Uma pessoa adulta é aquela que consegue sustentar uma continuidade entre suas
experiências internas e externas, agindo de forma que seus pensamentos, sentimentos e ações estejam alinhados com seu verdadeiro eu. Isso envolve encarar a realidade e
assumir responsabilidades, não apenas no sentido de cumprir obrigações, mas de fazê-lo de maneira que reflita uma compreensão profunda de si mesmo e do mundo ao seu
redor. O adulto é capaz de tomar decisões baseadas em suas próprias convicções e
valores, mesmo quando essas decisões não estão em conformidade com as expectativas dos outros.
Além disso, ser adulto significa lidar com a complexidade da vida de forma madura e
resiliente. Isso inclui a habilidade de navegar por situações difíceis, aceitar a
ambiguidade e a incerteza, e adaptar-se às mudanças inevitáveis que a vida impõe.
Winnicott contribui com uma visão valiosa sobre o amadurecimento, destacando a
importância de um ambiente suficientemente bom que permita ao indivíduo
desenvolver-se de maneira integrada. No entanto, o ambiente não é apenas algo que
encontramos externamente; ele também deve ser construído internamente, na forma de uma relação saudável consigo mesmo. Ser adulto, portanto, envolve a capacidade de
criar e manter esse ambiente interno, onde o self verdadeiro possa florescer e se
expressar plenamente.
Ser adulto é alcançar um equilíbrio entre autonomia e responsabilidade, entre o self
verdadeiro e as demandas da realidade externa. É um estado de maturidade onde o
indivíduo se apropria de si mesmo, tomando posse de sua história, de suas escolhas e de seu futuro, com a capacidade de viver de forma autêntica e plena, apesar das inevitáveis adversidades da vida.
A interrupção na continuidade de ser, conforme descrito por Winnicott, é um
fenômeno visível em diversas camadas da sociedade contemporânea. Em uma era
caracterizada pela fragmentação das experiências, pela aceleração do tempo e pela
superficialidade das relações, as exigências incessantes por produtividade, o culto à
imagem e a desconexão entre o ser e o fazer ameaçam constantemente a continuidade de existir. Esse ambiente de pressão e superficialidade mina a capacidade dos indivíduos de manter uma sensação consistente de si mesmos, contribuindo para a sensação de descontinuidade e alienação.
Não é possível pensar no futuro da humanidade sem considerar os primeiros
anos de vida. A partir dessa reflexão, torna-se evidente a necessidade urgente de
reavaliar a qualidade das primeiras interações e cuidados oferecidos às crianças no
contexto atual. Para isso, é fundamental aprofundar a compreensão das condições
familiares contemporâneas em diversos aspectos, como o fator socioeconômico, o
acesso à saúde básica, educação e seus impactos no desenvolvimento humano.
A saúde de uma sociedade está profundamente conectada à saúde de seus indivíduos, e vice-versa. Segundo Winnicott (1949), uma sociedade marcada por guerras, regimes
autoritários e grandes desequilíbrios sociais, econômicos e culturais reflete um estado de adoecimento social. Para que uma sociedade seja considerada saudável, é essencial que aja um número significativo de indivíduos saudáveis. Uma sociedade saudável deve
assegurar as condições necessárias para o crescimento, amadurecimento e
desenvolvimento pleno de seus membros. Dessa forma, a construção de uma sociedade democrática é possível dentro da perspectiva winnicottiana.
A psicanálise winnicottiana oferece uma perspectiva enriquecedora sobre o
papel da família, concebendo-a como uma comunidade que pode suprir as lacunas de
cuidado que, por vezes, estão presentes no núcleo familiar biológico. Quando o
indivíduo não experimenta o holding adequado na família biológica, a convivência em
uma rede familiar ampliada pode proporcionar um sentimento de contorno, oferecendo a experiência de pertencimento que pode ter faltado inicialmente. Esse tipo de convivência permite ao indivíduo interagir em círculos sociais diversos, o que é crucial para sua saúde maturacional. O sucesso desse processo depende da capacidade do indivíduo amadurecido de se integrar à sociedade, ajustando-se conforme necessário para atender às suas próprias necessidades e assumir a responsabilidade de manter e transformar seu meio social.
Tudo isso nos mostra que, subjetivamente, não é na realidade externa que vivemos e nos sentimos reais, e não é da realidade externa que nos vem o sentido de real. Nós
habitamos, diz Winnicott (1970), no espaço potencial. Isto significa viver criativamente.
A criatividade é “a manutenção, através da vida, de algo que pertence à experiência
infantil: a capacidade de criar o mundo”. (Winnicott, 1970, p.24). Toda criança precisa,
“tornar-se capaz de criar o mundo (a técnica adaptativa da mãe faz com que isso seja
sentido como um fato), caso contrário, o mundo não terá significado”. (Winnicott, 1966,
p.116).




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